terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Tour Monástico

          

       Entre os dias 4 e 11 de janeiro de 2015, eu e um grupo de amigos um tour pelos mosteiros católicos de SC e PR. Segue o relato dessa fantástica experiência!
      Como surgiu: a srta. Kamila Onofri, que já tinha ido visitar os Mosteiros Trapistas feminino e masculino, bem como o Mosteiro do Encontro, relatou ao seminarista Lucas o desejo de retornar e convidar mais alguém para ir junto. Como das outras vezes ela foi de ônibus e a viagem é deveras cansativa, gostaria que um motorista que conhecesse o caminho e se interessasse pelo assunto fosse junto. Foi aí que eu entrei na história, indicado pelo Lucas a conversar com a Kamila.
Da esquerda para a direita: Letícia, Gabriel,
Nahor, Kamila e Lucas
            A Kamila também convidou os jovens Gabriel Berlatto e Leticia Moraes para a empreitada. Tudo certo, fomos se organizando e marcando com os mosteiros as datas de hospedagem. A Kamila sugeriu que esticássemos a viagem para o Mosteiro da Ressurreição, num tour que durasse exatos 7 dias. E assim foi até o dia 4 de janeiro de 2015.


            1º dia (4/01) – Mosteiro Trapista Nossa Senhora da Boa Vista – Rio Negrinho-SC
 
Fachada da nova capela do mosteiro. Foto: Lucas Teixeira
            Domingo, Solenidade da Epifania do Senhor. Partimos de Itajaí por volta de 5h15, chegando em Rio Negrinho às 8h30. Organizando as coisas na hospedaria, participamos da Santa Missa às 10h, que é aberta ao público. As irmãs trapistas, no coreto, cantam belíssima e pausadamente os cantos, acompanhadas do órgão e da cítara. O capelão do mosteiro, Pe. Lázaro Pires dos Santos OCSO1 (que pertence ao Mosteiro de Campo do Tenente, sendo liberado para essa função), conduziu com belas palavras a reflexão sobre a Epifania do Senhor.
Santa Missa dominical. Solenidade da Epifania do Senhor.
Pe. Lázaro e as monjas em seu coro. Foto: Nahor Lopes

Comunidade reunida para a missa dominical. Foto: Nahor Lopes


A cítara das monjas. Utilizam sempre nas suas orações.
Foto: Gabriel Berlatto
Crianças encantadas com a cítara. Foto: Nahor Lopes

A fábrica de chocolate das monjas. Não podemos entrar pois fica
na clausura. Foto: Lucas Teixeira
            Após o almoço fomos conhecer o Seminário São José, no centro de Rio Negrinho, onde residi no ano de 2014. Fomos acolhidos pelo diretor Pe. Luiz Antônio de Faria SCJ2 e Pe. Alírio José Pedrini SCJ, que nos deixaram à vontade para conhecer a casa de formação.

Capela do Seminário São José. Foto: Gabriel Berlatto
Fachada do Seminário São José. Foto: Gabriel Berlatto
Torre da Cimo. Ponto Turístico em Rio Negrinho.
Foto: Gabriel Berlatto.


Da esquerda para a direita: Kamila, Pe. Alírio, Lucas, Gabriel,
Letícia e Pe. Faria. Foto: Nahor Lopes


Praça do Avião em Rio Negrinho. Foto: Gabriel Berlatto.


            Retornamos à noite para participarmos de orações com as monjas e repousar. As Completas, última oração, é por volta de 19h15, e depois disso é silêncio na casa.
            No dia seguinte, antes de partir para Mandirituba, participamos da Santa Missa às 6h e o Pe. Lazáro nos mostrou a construção e ampliação do Mosteiro.
Contrução avançada do mosteiro. Foto: Nahor Lopes
Pe. Lázaro conduzindo nossa turma para mostrar a construção.
Foto: Nahor Lopes

Selfie com Pe. Lázaro!

Local onde foi rezada a primeira missa no mosteiro.
Foto: Nahor Lopes

Nova hospedaria do mosteiro. Foto: Gabriel Berlatto

Um pequeno "claustro" na nova hospedaria. Foto: Gabriel Berlatto


            O que são as(os) Trapistas? É o nome comum para a Ordem Cisterciense da Estrita Observância (OCSO a sigla em latim), nascida oficialmente em 1892 através de uma reforma da Ordem Cisterciense da Comum Observância, reforma esta que já havia sido efetuada em 1662 pelo abade Armand Jean le Bouthillier de Rancé, no mosteiro Nôtre-Dame de La Trappe (Soligny-la-Trappe é uma comuna francesa, daí o nome “trapistas”)
            O mosteiro de Rio Negrinho: 8 irmãs trapistas vieram para o Brasil em 2010, oriundas de um mosteiro em Quilvo, no Chile. Alugaram duas residências em Rio Negrinho onde ficaram até 2013, logo mudando-se para a extensa propriedade no bairro Rio Negrinho que foi conseguida para a construção do novo mosteiro. É o primeiro mosteiro feminino trapista no Brasil. Sua fábrica de chocolates é sucesso em toda a região do Planalto Norte.

            Informações:
     Irmã Liliana OCSO (priora) – mosteiroboavista@gmail.com / mosteiroboavistaliliana@gmail.com / (47) 3646-3197
            Pe. Lázaro OCSO (capelão) – lspires@gmail.com
          Valor da hospedaria: não foi cobrado um valor fixo, cada um de nós deixou R$ 20,00 (o almoço é cedido pelas irmãs, as demais refeições elas disponibilizam os alimentos processados e os hóspedes se responsabilizam em fazê-las na hospedaria)


            2º e 3º dias (5 e 6/01) – Mosteiro do Encontro – Mandirituba-PR
 
Fachada da capela monástica. Foto: Gabriel Berlatto.
            Por volta das 10h saímos de Rio Negrinho em direção à Mandirituba, chegando por volta das 11h30. Fomos recebidos pelas Irmãs Beneditinas com muita alegria, dirigindo-se para a oração da Tércia e em seguida almoço. A seguir, instalamo-nos em nossas hospedarias e participamos das demais orações com as irmãs e dos momentos de silêncio e espiritualidade no local.
Entrada da hospedaria principal, onde ficaram Gabriel, Letícia e
Kamila. Foto: Gabriel Berlatto

Hortências nunca faltaram em todos os locais que tivemos.
Foto: Gabriel Berlatto

Foto: Gabriel Berlatto

Interior da capela monástica. Foto: Gabriel Berlatto.

            No Mosteiro do Encontro, além da hospedaria anexa ao Mosteiro, há duas hospedarias auxiliares (uma chamada “Bethânia”, onde eu e o Lucas ficamos e outra chamada “Santo Amaro”) e um eremitério, onde vive o Pe. Jean-Marie Vigneron MOPP3 (Pe. Jomar), capelão das monjas, um sacerdote francês dos chamados “padres operários” que também cuida da biblioteca do Mosteiro, cujo local tivemos a oportunidade de ver antes de partir para Campo do Tenente na quarta-feira.
            As monjas de Mandirituba fazem artigos religiosos com gesso e ladrilhos, além doces e geleias variados muito populares na região. Há também uma loja que vendem essas coisas e outros produtos, principalmente livros.
            Todas as manhãs que amanhecíamos em Mandirituba, iniciávamos com a Santa Missa.
Momento de oração com as irmãs beneditinas. Foto: Lucas Teixeira

Gabriel e Letícia conversando. Namoro cristão. Debatiam desde
o Cântico dos Cânticos até Chesterton.
Foto: Lucas Teixeira.

A Letícia cuidou do passarinho e ele não quis
mais largá-la. Foto: Lucas Teixeira

Hospedaria Bethânia. Onde eu e Lucas ficamos. Foto: Nahor Lopes

Amigo das monjas. Foto: Lucas Teixeira

Encontro com a vida nascente. Foto: Nahor Lopes

Biblioteca das monjas. Grande parte dos livros
é em francês, devido à fundação belga do mosteiro.
Foto: Nahor Lopes
Santa Missa matinal. Foto: Nahor Lopes



            
           O que é a Congregação das Monjas Beneditinas da Rainha dos Apóstolos? É um ramo da Ordem Beneditina fundada na Bélgica em 3 de maio de 1921 por Dom Théodoro Neve OSB4. O carisma das irmãs funda-se no louvor de Deus através da liturgia e Lectio Divina, dentro da regra de São Bento.
            O Mosteiro do Encontro: em 1964, chegam à Curitiba, chefiadas pela Madre Chantal OSB, irmãs beneditinas do Mosteiro Nôtre-Dame de Béthanie, Loppem-Brugges, na Bélgica. Em 1989 fundaram outro mosteiro no Amazonas. Em 1999, devido ao crescimento da área industrial onde se encontrava o mosteiro, mudam-se para o município de Mandirituba-PR

            Informações:
   Ir. Ana Maria, OSB (prioresa) - occursus@terra.com.br / (41) 3633-1082 / http://www.mosteirodoencontro.org.br
            Valor da hospedaria: R$ 55,00 a diária (inclui todas as refeições)


            4º e 5º dias (7 e 8/01) – Abadia Trapista Nossa Senhora do Novo Mundo – Campo do Tenente-PR
 
Frente da capela monástica. Foto: Gabriel Berlatto

            Por volta das 10h do dia 7, partimos em direção à Campo do Tenente, onde chegamos pelas
Interior da Igreja Matriz Cristo Rei, em Campo do Tenente-PR
Foto: Lucas Teixeira.
11h. Ainda conseguimos visitar antes a Igreja Matriz Cristo Rei, neste município. Após acomodação na hospedaria do mosteiro, participamos da oração da Tércia, seguida do almoço na clausura, em silêncio, onde nós hóspedes ficamos em silêncio escutando uma leitura espiritual (no caso nos dois dias que almoçamos lá, era um trecho de “A vida de Jesus”, de Joseph Ratzinger/Bento XVI). O hospedeiro, Pe. Estevão OCSO, sempre estava à postos para tirar todas as nossas dúvidas e também para possíveis atendimentos individuais.
            Apesar dos mosquitos praticamente nos incomodarem bastante nesses dois dias (os monges haviam cortado a grama naqueles dias e o sol era forte), conseguimos usufruir do local para profunda espiritualidade.
            Tive a graça de reencontrar lá o Pe. Francisco OCSO, que já foi tema deste blog (cf. http://filhodogelo.blogspot.com.br/2014/07/padre-francisco-de-soldado-da-ii-guerra.html). No alto de seus 91 anos, é um exemplo de sabedoria para a comunidade trapista e para os hóspedes que frequentam o local.
Horários do mosteiro. A princípio
parecem assustar. Foto:
Lucas Teixeira
Hospedaria do mosteiro. Foto: Nahor Lopes


Interior da capela monástica. Foto: Nahor Lopes

Monges orando. Foto: Nahor Lopes

            No mosteiro há uma lojinha que vendem muitos livros, ícones, e os doces e pães produzidos pela padaria dos monjes.
            A Santa Missa do mosteiro, sempre após as Laudes das 6h, tem um momento deveras especial: durante o ofertório, os monges fazem um semicírculo defronte ao presbitério, e os demais convidados fazem o mesmo atrás dos monges. Após o “Cordeiro de Deus”, a comunhão já é distribuída, mas ainda não se comunga: após a comunidade proferir “Senhor, eu não sou digno...” é que todos comungam juntos. Depois é servido o Cálice.
A Kamila rezando diante de Jesus na capela da hospedaria.
Foto: Nahor Lopes

Sacrário da capela da hospedaria. Foto: Nahor Lopes

Foto: Nahor Lopes

Pe. Francisco celebrando a Santa Missa matinal.
Foto: Nahor Lopes

Nossa turma defronte à capela monástica


            








         




        O mosteiro de Campo do Tenente: em 1977, 5 monges trapistas estado-unidenses partiram da Abadia de Genesee, em Piffard, NY, EUA, para a cidade de Lapa-PR, fundando um mosteiro. Em 1983 mudaram-se para Campo do Tenente, cidade vizinha, onde encontram-se até hoje.

            Informações:
   Dom Bernardo Bonowitz OCSO (abade) e Ir. Gabriel OCSO (prior) – novomundo@mosteirotrapista.com.br / (41) 3628-1264 / http://www.mosteirotrapista.com.br
            Pe. Estevão OCSO (hospedeiro) - hospedaria@mosteirotrapista.com.br
            Hospedagem: eles não cobram um valor fixo para a hospedaria, mas deixamos cada um R$ 50,00 para os monges.


            6º, 7º e 8º dias (9, 10 e 11/01) – Abadia da Ressurreição – Ponta Grossa-PR

Torre da capela vista a partir da clausura. Foto: Gabriel Berlatto

            Saímos antes das 9h de Mandirituba, chegando em Ponta Grossa por volta das 11h15. Os monges nos receberam e logo nos instalamos na hospedaria, depois participando da Tércia, seguido de almoço na hospedaria, onde os irmãos traziam o almoço e vinham recolher as bandejas depois. O local é grande: há um bosque enorme para andar, contemplar a natureza e rezar. Em todas as orações dos monges era utilizado o órgão, com melodias belíssimas.
Entrada do mosteiro. Foto: Nahor Lopes

Bosque. Foto: Nahor Lopes

Essa cachorrinha é a piedosa. Acompanhava
todas as orações. Foto: Lucas Teixeira
Interior da capela monástica. Foto: Nahor Lopes

Cemitério dos monges. Foto: Nahor Lopes

Portaria e entrada da loja do mosteiro. Foto: Gabriel Berlatto

            Há uma lojinha no mosteiro, onde vendem produtos variados, desde artigos religiosos, camisetas, bem como panettone e pães feitos pelos monges, além de vinho, licor e suco de uva. Os cd’s do Mosteiro da Ressurreição, conhecidos em todo o país, estavam lá disponíveis.
            No sábado tivemos a graça de sermos convidados pelo Ir. Gabriel OSB para conhecermos a clausura do mosteiro. Um momento muito especial para o nosso grupo! O silêncio e a paz reinavam naquele local divino!
Santa Missa matinal. Foto: Nahor Lopes

Claustro. Foto: Nahor Lopes

Claustro. Foto: Nahor Lopes

Biblioteca do Mosteiro. Foto: Nahor Lopes

A Abadessa. Essa manda em tudo por lá. Foto: Gabriel Berlatto.

Eu entre dois monges. Foto: Lucas Teixeira

Casulas na sacristia do mosteiro. Gabriel e Lucas quase piraram.
Foto: Gabriel Berlatto
 
Coro dos monges com o báculo do abade ao fundo. Foto: Gabriel Berlatto



            
      







            







            O que é a Ordem de São Bento? Fundada por São Bento de Núrsia por volta do ano 529, na Itália, quando compilou sua famosa regra. É baseada no princípio Ora et labora (do latim, “Reza e trabalha”). Foi uma das primeiras instituições a conciliar a vida comunitária com a vida monacal.

Hospedaria onde ficamos. Foto: Gabriel Berlatto
Nossa turma na clausura. Foto: Ir. Gabriel OSB
            Sobre o Mosteiro de Ponta Grossa: em 1981, 9 monges partiram de São Paulo para Ponta Grossa, dentro do interesse do então bispo de Ponta Grossa, Dom Geraldo Pellanda, instalando-se no Santuário de Vila Velha até 1985, quando foi inaugurado o Mosteiro no local onde se encontra atualmente. Os monges estão agora construindo um novo mosteiro no distrito de Itaiacoca em Ponta Grossa, devido ao atual local já estar próximo do perímetro urbano.

            Informações:
            Dom André Martins OSB (abade) e Dom Rafael OSB (prior) – (42) 3228-9015 e (42) 3228-0043 / hospedaria.mr@gmail.com
          Hospedagem: não foi cobrado um valor fixo, mas deixamos R$ 50,00 cada um para os monges. Inclui todas as refeições. A partir de março de 2015 eles irão cobrar R$ 55,00 a diária.


            Finalizando...
            No dia 11/01, depois do café da manhã, partimos para Curitiba, onde participamos da Santa Missa na Igreja da Ordem, no centro da capital paranaense, almoçamos e depois partimos com um trânsito tranquilo para Itajaí, vendo a belíssima paisagem da serra do Mar, chegando por volta das 15h30.
            Cada um de nós levou por volta de R$ 500,00 na viagem, e nossa média de gastos foi entre R$ 480,00 (com variações entre cada um). Gastamos em torno de R$ 250,00 de gasolina na viagem (o carro era um Suzuki Sx4). Pegamos alguns pedágios: um em Araquari-SC, outro entre Mandirituba e Ponta Grossa e alguns entre Ponta Grossa e Curitiba. A dica para esta viagem é que se faça em grupo e os gastos tornam-se mais tranquilos.

            Nossas distâncias (valores aproximados)
1)      Entre Itajaí-SC e Rio Negrinho-SC: 174 km
2)      Entre Rio Negrinho-SC e Mandirituba-PR: 72 km
3)      Entre Mandirituba-PR e Campo do Tenente-PR: 53 km
4)      Entre Campo do Tenente-PR e Ponta Grossa-PR: 130 km
5)      Entre Ponta Grossa-PR e Curitiba-PR: 117 Km
6)      Entre Curitiba-PR e Itajaí-SC: 212 Km
Um total aproximado de 758 km.

            Foi uma viagem história e inesquecível para nós, que fica de opção para quem quer fazer uma viagem espiritual e aprofundamento de sua fé, através do silêncio, contemplação e oração, além da Santa Missa diariamente, bem cedinho.
            Deus seja louvado pelas santas almas dos monges e monjas que nos acolheram com carinho e que possamos cada vez mais cultivar e aprender com a sabedoria deles a ser mais humanos, felizes e valorizarmos a riqueza que existe na Igreja Católica.

 Um clip com trechos de momentos de oração nas 4 casas que passamos

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1 OCSO: Sigla para Ordo Cistercisensis Strictioris Observantiae, traduzido do latim “Ordem Cisterciense da Estrita Observância, nome oficial dos(as) Trapistas.
2 SCJ: Sigla para Sagrado Coração de Jesus, congregação fundada pelo Pe. Leão Dehon na França em 1878. Conhecidos como dehonianos.
3 MOPP: Missão Operária São Pedro e São Paulo, uma instituto de padres fundado em 1955 pelo frei dominicano Jacques Loew, onde os sacerdotes deste instituto trabalham como operários de forma comum, evangelizando em seu trabalho.


3 comentários:

  1. Boas dicas. Uma viagem legal para fazer um encontro com Deus

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  2. O nome da cadela não é Abadessa mas sim Baronesa. Há tempos lá estive.

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  3. Sensacional! Sempre procurei informações sobre turismo em Mosteiros brasileiros, mas não havia encontrado até agora. Sugiro que expandam os horizontes e busquem novos Mosteiros pelo Brasil e indiquem novas rotas (RS, SP, MG, RJ etc). Parabéns pela iniciativa.

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